Trabalho em problemas situados na fronteira entre computação, mercados e irreversibilidade.
Meu foco não é previsão, velocidade ou escala, mas estrutura:
como sistemas se comportam sob estresse, como a informação se degrada
e como a tomada de decisão muda quando a simetria é deliberadamente quebrada.
Ao longo dos anos, esse trabalho tomou forma concreta em sistemas operacionais —
especialmente em trading algorítmico, inteligência corporativa
e abordagens não antropocêntricas de inteligência artificial.
Não atuo como intelectual público, nem como consultor convencional.
A maior parte do meu trabalho acontece em conversas privadas,
ciclos fechados de pesquisa
e colaborações de longo prazo com um número muito pequeno de pessoas.
O que está aqui é, intencionalmente, parcial.